atendimentos

A escuta como caminho.

As questões que acompanho na clínica — e como a análise trabalha cada uma delas.

questões clínicas

O que a escuta pode acolher.

Algumas das demandas que chegam à clínica — e a forma como a psicanálise lê e trabalha cada uma delas, em profundidade.

i

Ansiedade

Mais do que um sintoma a controlar, a ansiedade é uma linguagem do que ainda não foi elaborado. A escuta clínica acolhe os conflitos internos, a preocupação constante, a vigilância exaustiva — e busca compreender o que essa tensão tenta dizer.

ii

Depressão

A psicanálise não trata a depressão como falha individual. Ela escuta o luto, a perda, o desânimo profundo — e busca devolver palavra ao que se calou. Um espaço para que a tristeza seja nomeada, atravessada e, aos poucos, transformada.

iii

Relacionamentos

Repetimos, nos vínculos, o que ainda não foi compreendido. A análise ilumina os padrões silenciosos — o que se busca, o que se evita, o que se repete na forma de amar, escolher, ferir e ser ferido.

iv

Traumas da infância

O que ficou inscrito cedo continua operando — nos vínculos, nas escolhas, no corpo. A psicanálise acolhe a criança que ainda fala dentro do adulto, permitindo elaborar o que não pôde, na época, ser dito ou sentido.

v

Cansaço emocional

Funcionar não é a mesma coisa que viver. Para quem cuida de tudo e de todos enquanto algo dentro se esgota em silêncio, a análise oferece o que falta: tempo, escuta e permissão para sentir.

vi

Vazio emocional

Há um vazio que não é solidão nem tristeza — é a sensação de que algo essencial está faltando, mesmo quando tudo parece estar no lugar. A análise busca esse algo: o desejo que ainda não encontrou palavra.

vii

Autoestima

Mais profundo do que "gostar de si", é poder existir sem a tirania do julgamento. A análise trabalha as raízes da insuficiência, da insegurança, da busca incessante por aprovação — para uma relação consigo mesma feita em liberdade.

como funciona a análise

Um espaço para escutar o que ainda não foi dito.

A psicanálise não busca respostas rápidas. Busca atravessar com você as camadas mais profundas do que sente, pensa e repete — para que algo possa, enfim, se transformar.

01

Escuta clínica

Um espaço sem julgamento, onde tudo o que você sente pode existir e ser falado.

02

Autoconhecimento

Reconhecer com clareza quem você é — para além de quem aprendeu a ser.

03

Padrões emocionais

Compreender os movimentos invisíveis que conduzem suas relações, escolhas e impasses.

04

Travessia

Trazer à consciência o que se repete sem ser percebido — e abrir caminho para o novo.

05

Recomeço

Um cuidado que respeita seu tempo e sua história — espaço para um modo mais inteiro de viver.

em que momento

A análise é para você se…

Não é preciso estar em crise para começar. A análise acolhe também as inquietações silenciosas — o que ainda não tem nome.

Você funciona, mas algo não encaixa

Por fora tudo parece estar no lugar. Por dentro, há uma inquietação que pede para ser olhada com profundidade.

Está atravessando um momento de passagem

Luto, mudança, ruptura, decisão difícil — uma travessia que precisa ser elaborada no seu tempo.

Já tentou outras abordagens

Técnicas que aliviaram por um tempo, mas que não chegaram onde realmente importa.

Repete escolhas que não compreende

Os mesmos impasses, as mesmas decepções. Há algo agindo que ainda não foi nomeado.

Quer se conhecer com profundidade

Não está em crise. Só sente que a própria história merece ser olhada com mais consciência e liberdade.

Sente que algo pede para ser dito

Uma fala que nunca encontrou espaço. Um silêncio que pesa. Uma história que precisa, finalmente, ser escutada.

atendimento especializado

Trauma religioso

Para quem carrega marcas emocionais de experiências religiosas — culpa, medo, vergonha, controle. Uma escuta clínica sem julgar a fé, sem impor caminhos.

Conheça este atendimento →

— perguntas frequentes

O que você precisa saber.

Respostas honestas para as dúvidas mais comuns antes de começar.

Terapia é para mim? Não estou em crise.

A psicanálise não é só para momentos de crise. Muitas pessoas começam porque sentem que algo poderia ser diferente — uma inquietação difícil de nomear, uma pergunta sobre si que ainda não foi respondida. Isso já é motivo suficiente para começar.

Como funciona a primeira sessão?

É um encontro de aproximação. Sem roteiro, sem cobrança de respostas prontas. Um espaço para você falar sobre o que a trouxe, no seu próprio tempo. A partir desse primeiro encontro, conversamos sobre como podemos seguir.

Quanto tempo dura o processo?

Não existe um prazo fixo. A psicanálise respeita o tempo de cada pessoa — alguns processos levam meses, outros anos. Cada sessão já tem valor em si mesma, e a decisão de continuar é sempre sua.

Atende online ou presencial?

Ambos. Os atendimentos acontecem online por videochamada — com sigilo total — ou presencialmente, conforme o que faz mais sentido para você. A análise online é tão efetiva quanto a presencial: o que faz diferença é a qualidade da escuta, não o espaço físico. Atendo pacientes no Brasil e no exterior.

O que é a "livre associação"?

É a regra fundamental da psicanálise: você fala o que vem à mente, sem censura ou roteiro. É por meio dessa fala livre que o inconsciente se revela — e o processo se aprofunda. Não existem respostas certas; existe escuta.

Preciso falar tudo na primeira sessão?

Absolutamente não. A primeira sessão é apenas um encontro. Você fala o que quiser, quando quiser. Aqui não existe certo ou errado, nem ordem obrigatória.

Atende idosos?

Sim, com dedicação especial. Boa parte do meu trabalho nasceu da convivência com idosos e do reconhecimento de que cada história carrega beleza, travessia e propósito — ao longo de toda a vida.

Minha privacidade está garantida?

Absolutamente. O sigilo é um princípio ético inegociável. Tudo que você compartilha nas sessões permanece entre nós — sem exceções.

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